domingo, 7 de abril de 2013
ASSIMETRIA E BOM-MOCISMO NO CASO DANIELA MERCURY
sábado, 6 de abril de 2013
DANILO GENTILI RESPONDE À ACUSAÇÃO DE RACISMO
Há em curso uma ditadura do "politicamente correto". É um tal de não poder chamar (mesmo sendo) o cara de gordo ("imagem visual alternativa"), de preto ("afrodescendente"), de puta ("profissionaldo sexo"), de anão ("imagem visual verticalmente prejudicada"), de maconheiro (dependente químico), de cachaceiro ("alcoolista") etc etc. É tanta restrição da linguagem para que todos pareçam bonzinhos e iguaizinhos que tinha que dar na burrice que vai abaixo. Felizmente, ainda há pessoas inteligentes e corajosas. Veja o caso em que se meteu (foi metido) o DANILO GENTILI: (gentileza do blog thelittlehappiness).
Quem propagou a ideia que “negro” é uma raça foram os escravagistas. Eles usaram isso como desculpa para vender os pretos como escravos: “Podemos tratá-los como animais, afinal eles são de uma outra raça que não é a nossa. Eles são da raça negra”.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
SOBRE SER MADURO OU APENAS UMA CRIANÇA BIRRENTA (A GRATIDÃO AOS PAIS)
Fiz referência à gratidão aos pais, porque matriz. Mas a gratidão alcança todos os círculos de amigos, conhecidos, parentes etc etc.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL
México *6-12
Bangladesh 7
Índia 7
Minamar 7
Nigéria 7
Paquistão 7
África do Sul 7
Sudão 7
Tanzânia 7
Tailândia 7
Estados Unidos **7
Indonésia 8
Quênia 8
Escócia 8
Etiópia 9
Ira ***9
Filipinas 9
Nepal 10
Inglaterra 10
País de Gales 10
Ucrânia 10
Turquia 11
Coréia 12
Marrocos 12
Uganda 12
Algeria 13
França 13
Polônia 13
Uzbequistão 13
China 14
Alemanha 14
Itália 14
Japão 14
Rússia 14
Vietnã 14
Egito 15
Argentina 16
Brasil ****18
Colômbia ****18
Peru ****18
*A maioria dos estados estabelecem a maioridade penal como 11 ou 12 anos; sendo considerada a idade de 11 anos para crimes federais.
** A maioridade penal é estabelecida por cada estado, no entanto na maioria das federações dos EUA que atendem ao sistema de common law a partir dos 7 anos a criança já é considerada responsável por seus atos.
*** A maioridade penal no Ira é de 9 anos para garotas e 15 para garotos
**** A maioridade penal é de 18 anos, entretanto se o adolescente comete alguma infração a partir dos doze anos ele poderá sofrer punições, como advertência, prestação de serviços e, caso ele cometa homicídios, será encaminhado para estabelecimentos educacionais especiais para jovens.
Fonte: UNICEF-site www.editoramagister.com



terça-feira, 17 de maio de 2011
PARA QUE SERVE O ESTUDO DA LÍNGUA?
O DESENVOLVIMENTO DE UMA PSICOSE ASSASSINA
Caro Leitor,
Em relação à chacina dos estudantes de Realengo pelo assassino Wellington, faço as seguintes ponderações sobre a doença mental da qual era portador, do ponto-de-vista de sua estrita evolução psicológica, a partir de informações sobre seu comportamento, infância e adolescência publicados na imprensa.
O mundo protegido da infância.
Normalmente, na infância, somos paparicados e protegidos pelos nossos pais ou sucedâneos. Não temos grandes responsabilidades, a vida é uma procura incessante por diversões (um pouco quebrada pelas obrigações escolares) e o mais importante: temos o amor da única mulher que nos importa: a mãe! Se queremos um beijinho, a mamãe ali está; se queremos cafuné, idem; se queremos atenção, basta um chilique ou uma birrinha e lá vem a mamãe a nos acudir. Até onde as informações disponíveis apontam, esta foi, também, a infância do atirador (parece, até que com ele os mimos maternos foram ainda maiores, apesar de adotado).
O mundo de conflito e luta da adolescência.
Na adolescência, contudo, nada é fácil. Já não nos satisfaz termos o amor incondicional da mãe e o espaço de casa se torna monótono. Queremos o beijo da menina bonita e ser vencedores no grupo de amigos e nas lides sociais. Ocorre, nesse momento, toda a sorte de atribulações, temores e terrores! A rejeição da menina bonita e o fracasso na patota constituem verdadeiras fontes de angústia e frustração. Todos passamos por essa tormenta, mas cada um reage diferentemente e, por isso, constrói um destino diferente.
As conseqüências para os não esquizofrênicos.
O jovem sem base genética para esquizofrenia reage de forma variada aos conflitos e frustrações da adolescência. Compõe um espectro que vai desde uma pequena irritação ou depressão leve até o transtorno de conduta ou depressão grave.
Nos casos felizes, a frustração e decepção vão dando lugar a uma reorganização do ego, mais em acordo com a realidade, ou seja, o adolescente constrói uma visão clara e realista de suas possibilidades. “Se não sou bom nisso, posso ser bom naquilo, se esta não me quer, aquela pode me querer”; e assim, vai aprendendo a temperar as frustrações com possibilidades de sucesso e recuperação. Uma perda já não tem mais aquele caráter catastrófico e definitivo que tinha. O medo fica sob controle e a esperança prevalece.
Nos casos mais difíceis, a frustração e decepção empurram o sujeito ora para o retraimento, ora para os comportamentos antissociais. Na primeira situação, pode se tornar tímido, retraído e até mesmo portador de uma depressão grave e duradoura. Na outra situação, torna-se um pequeno delinqüente ou até mesmo um perigoso bandido.
É necessário acrescentar que seja no caso dos retraídos, seja no caso dos antissociais, não é raro o envolvimento com toda a sorte de drogas, pelo seu efeito de eliminação mágica da dor, da frustração e do fracasso.
As conseqüências para os esquizofrênicos.
Contudo, quando há base genética para a esquizofrenia, esse momento de enorme turbulência, que é a adolescência, se torna mesmo insuportável e o indivíduo vai temperando suas frustrações não mais com a esperança de compensar as perdas com possibilidades reais de vitórias (“ se essa não me quer, aquela pode me querer etc...”), mas com o desligamento da realidade. No tipo paranóide, a realidade impositiva, vai sendo temperada por um fantasiar desconecto da realidade (sem nexo evolutivo com o real). Nesse mundo fantasioso (a princípio sob controle, mas logo depois incontrolável) o doente vai construindo o que lhe falta na realidade. Se se sente humilhado no real, passa a ser altivo no delirante; se se sente fraco no real, passa a ser forte no delirante; se se sente desprezado no real, foca o desprezo nos outros no mundo de seus delírios etc. Com o passar do tempo, o delírio vai se estruturando e alcançando mais coerência interna até chegar o ponto em que todos os eventos objetivos são julgados a partir desse núcleo central: eu sou bom e heróico, os outros são maus e covardes! Já acreditando em sua força-fantasia, o sujeito começa a elaborar os devaneios de vingança, sempre com base em seu conceito próprio de justiça: “todos que me desprezaram são maus e têm que pagar”.
Nem sempre os paranóicos se tornam assassinos, mas essa é sempre uma possibilidade nada escassa! Foi esse o caminho tomado pelo atirador do realengo: um homem cuja auto-decepção foi tão insuportável para sua frágil e esquizofrênica estrutura que acabou por gerar um ego vingador até as últimas conseqüências.
A questão das armas.
O crime perpetrado não pode ser “lido” como efeito do uso de armas por civis. Primeiro porque as armas eram ilegais, segundo porque se não houvesse armas de fogo, o assassino, poderia ter usado facas, bombas ou mesmo um automóvel contra um ponto-de-ônibus!
A questão do bulling.
Muito valorizada a questão do bulling no ocorrido no Realengo, deve, contudo ser relativizada, por uma razão muito simples: quase todos os adolescentes e crianças foram em algum momento da vida alvo de crítica, zombaria e exclusão dos grupos influentes, sem terem se tornado, por isso, assassinos. O bulling não produz tamanho estrago, mas, atenção!, a cultura justificadora que proporciona o bulling pode vir a ser a fomentadora midiática a induzir ações agressivas.
Uma palavra sobre educação.
Nesse momento, cabe concluir. O melhor que os pais podem fazer para a saúde mental de seus filhos é ajudá-los a enfrentar a vida como ela é: dura, repleta de frustrações, mas que pode ser muito divertida e encantadora para quem lida bem com suas limitações pessoais.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
COMENTÁRIO TIPO MIOLO MOLE:"IRÃ IGUAL A EUA" (MARCELO BARRA)
Ao comentar a entrevista do FHC na semana passada, Marcelo elogiou isso e aquilo, mas acabou por ressaltar que FHC tinha afirmado o absurdo que foi o LULA não ter fincado posição contrária ao Irã quando do episódio da condenação da mulher Sakineh Mohammadi à pena de morte por apedrejamento, momento em que foi .contraposto pelo repórter "por apedrejamento não pode, mas com bala, como fazem os EUA, pode?". Marcelo parece ter ficado entusiasmado com o aparente "xeque-mate" aplicado pelo repórter no FHC. Fez em seguida um comentário, algo assim: "tem que denunciar as atrocidades dos dois lados, né".
Marcelo, é bom cantor e o que melhor Goiás conseguiu que aliasse tradição e modernidade. Me lembro, muitos anos atrás, ele ainda novinho (e eu ainda mais) vencendo festivais que ainda tinham por palco o "Cine-teatro Goiânia". Ó, tempo-rei!
Mas, Marcelo, atenção! Você não deve pegar carona no que é "sensível" e bonito de se dizer. Comparar a maior democracia do ocidente (do mundo, porque democracia é invenção ocidental), em que o presidente está submetido à Lei e ao Congresso, onde nunca houve golpe de estado, onde há a mais completa liberdade de expressão e religiosa, onde os direitos fundamentais da pessoa humana são quase uma segunda religião a uma tirania atroz, completa e acabada como o Irã (não há liberdade de expressão, não há liberdade política, não há liberdade religiosa, onde uma aristocracia religiosa manda na Nação, onde direitos humanos são uma tolice, onde cada cidadão deve se tornar um militante da causa do governo) é coisa de gente do miolo mole. Conselho grátis: se você não conhece um assunto, abstenha-se de comentá-lo. É mais honesto, é mais elegante e combina mais com você. Outro, fuja da tentação de "pagar pedágio" ao Mal mostrando as imperfeições do Bem!
Saudações deste Comentador


